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Fertilizante farelado ou granulado: entenda a diferença e por que a Itafos é referência no Brasil

Conheça as diferenças na fabricação dos fosfatados

Na hora de escolher um fertilizante para a lavoura, é comum encontrar termos como fertilizante fosfatado, fertilizante granulado, fosfato natural reativo e fertilizante farelado. Entender a diferença é importante para avaliar não apenas a concentração de nutrientes, mas também a eficiência agronômica, o custo por unidade de fósforo e a logística de entrega.

Assim, um fertilizante pode ser simultaneamente fosfatado e granulado ou fosfatado e farelado. É justamente essa possibilidade que está presente no portfólio da Itafos Fertilizantes, que oferece diferentes soluções a partir da rocha fosfática de sua operação em Arraias, no Tocantins.

O que é um fertilizante fosfatado?

Os fertilizantes fosfatados fornecem fósforo, nutriente essencial para o desenvolvimento das plantas, especialmente para o sistema radicular, o metabolismo energético e o estabelecimento das culturas.

Mas avaliar um fertilizante fosfatado apenas pelo percentual de P₂O₅ pode ser insuficiente. A origem da rocha, sua mineralogia, a reatividade, a solubilidade e a forma como o fósforo fica disponível no solo também são fatores importantes.

É nesse ponto que começa um dos principais diferenciais da Itafos.

A empresa possui uma operação em Arraias (TO) baseada em uma mina de fosfato de origem sedimentar. Essa característica confere alta reatividade natural à rocha e favorece sua utilização na produção de fertilizantes com elevada disponibilidade de fósforo.

Fertilizante farelado

O fertilizante farelado apresenta partículas menores e não passa pelo processo de granulação. Essa característica aumenta a superfície de contato do produto com o solo e pode ser interessante em determinadas estratégias de adubação.

Na Itafos, o principal exemplo é o SuperForte Duo, um fertilizante fosfatado farelado produzido a partir da acidulação da rocha fosfática sedimentar com ácido sulfúrico.

O produto possui 14% de P₂O₅ total, 12,5% de cálcio e 7% de enxofre, além de outros nutrientes. Sua formulação combina disponibilidade imediata e gradual do fósforo, permitindo que a nutrição não fique concentrada em apenas um momento do ciclo da cultura.

A apresentação farelada também pode representar uma alternativa competitiva para o produtor que busca eficiência agronômica associada a um menor custo de produto, dependendo da estratégia de aplicação e dos equipamentos disponíveis.

E o fertilizante granulado?

O fertilizante granulado possui partículas maiores e uniformes, desenvolvidas para facilitar a distribuição mecanizada e aumentar a precisão da aplicação.

O SuperForte Gran, da Itafos, foi desenvolvido justamente para atender produtores que buscam maior uniformidade na distribuição do fertilizante, inclusive em aplicações a lanço e na linha de plantio. O produto possui 14% de P₂O₅ total, 12,5% de cálcio e 7% de enxofre, com disponibilidade imediata e gradual do fósforo.

Portanto, a diferença entre o SuperForte Duo e o SuperForte Gran não está simplesmente em um ser “melhor” que o outro. Eles atendem necessidades operacionais diferentes.

O produtor que busca uma solução farelada pode optar pelo Duo. Quem prioriza precisão, uniformidade e rendimento operacional na aplicação pode escolher o Gran. A Itafos destaca que a escolha depende do sistema produtivo, dos equipamentos disponíveis e do objetivo do agricultor.

I-Active: outra estratégia de uso do fósforo

O portfólio da Itafos inclui ainda o I-Active, um fosfato natural reativo. Diferentemente dos produtos acidulados, sua proposta está associada à disponibilização gradual do fósforo e à construção da fertilidade do solo.

Isso faz com que o produto possa ser utilizado em estratégias como abertura de áreas e manutenção dos níveis de fósforo, de acordo com a recomendação agronômica.

Dessa forma, a Itafos não oferece apenas uma alternativa de fertilizante. A empresa trabalha com diferentes formas de disponibilização do fósforo, permitindo adequar o produto à cultura, ao solo, ao equipamento e ao planejamento financeiro do produtor.

Por que a origem sedimentar é um diferencial?

A matéria-prima está no centro da estratégia da Itafos. A rocha fosfática de Arraias é de origem sedimentar e apresenta elevada reatividade natural. Essa característica é particularmente importante no processo de fabricação dos fertilizantes acidulados, porque permite obter alta disponibilidade do fósforo com uma demanda menor de ácido sulfúrico gerando alta eficiência agronômica e competitividade no mercado.

Para quem busca fertilizante fosfatado no Brasil, portanto, olhar apenas o preço da tonelada é insuficiente. É preciso olhar a origem do minério, a eficiência do produto, a aplicação, a logística e o custo final por nutriente.

Por isso, quem pesquisa fosfatado, usa Itafos.