Em um bate-papo recente conduzido pela rádio Carícia, do Rosário (BA), o diretor comercial da Itafos, Roberto Barretto, compartilhou informações sobre o mercado de fertilizantes fosfatados e como a empresa tem ajudado o produtor a aliar alta produtividade com eficiência de custos na lavoura.
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Com uma fábrica instalada no município de Arraias, no Tocantins, a cerca de 200 km de Luís Eduardo Magalhães e a 180 km da região do Rosário, a Itafos se consolida como uma grande parceira local.
A Itafos possui um diferencial que poucas empresas no Brasil têm: o seu minério. Durante a entrevista, o diretor explicou a exclusividade geológica das reservas da empresa, destacando a sua formação. “O nosso minério é um dos poucos do Brasil que é de origem sedimentar, ou seja, era uma matéria orgânica que foi mineralizada ao longo do tempo. Aquilo tudo lá era um fundo de oceano”, explicou Barretto.
Ao contrário de outras fontes nacionais de origem vulcânica, a rocha da Itafos apresenta uma alta solubilidade natural. Esse fator é uma vantagem estratégica imensa, pois permite uma adubação eficiente e segura. O fertilizante fosfatado da empresa se torna altamente disponível para a planta, garantindo a nutrição em momentos cruciais do ciclo da cultura.
A crise do enxofre e as alternativas
A dependência do ácido sulfúrico e do enxofre é um ponto de extrema atenção no mercado agrícola atual. Como grande parte do enxofre provém do refino do petróleo e o seu fornecimento global é diretamente impactado por conflitos no Oriente Médio e no Leste Europeu, os custos de produção dispararam em todo o mundo.
É exatamente neste gargalo que a Itafos entrega economia real. O minério naturalmente solúvel facilita o ataque químico na indústria. Barretto pontuou que, no processo convencional, gasta-se de 350 a 380 quilos de ácido sulfúrico por tonelada de fertilizante. Na Itafos, o cenário é outro: “você consegue ter alta eficiência agronômica com 200 quilos”, afirmou. Isso representa uma redução drástica no consumo de ácido e enxofre, repassando essa economia diretamente ao bolso do produtor baiano.
Linhas para toda a safra
Para atender ao objetivo final de colher mais gastando menos, a Itafos disponibiliza três produtos focados nas reais necessidades do agricultor. O I-ACTIVE é o Fosfato Natural Reativo da empresa, ideal para abertura de áreas e para uma adubação de sistema focada na manutenção dos níveis de fósforo em solos já construídos, entregando um custo de produção baixíssimo.
Para quem busca o efeito imediato, a marca oferece o Superforte Duo, uma versão farelada que garante a arrancada inicial da cultura, disponibilizando 70% de seu fósforo de imediato para a planta. O produto entrega 14% de fósforo, 7% de enxofre e ainda fornece cálcio. Fechando o portfólio, há também o Superforte Granulado, que conta com a mesma fórmula e eficiência do Duo, mas em grânulos, oferecendo uma melhor distribuição e facilidade de aplicação na área de plantio.
Em tempos de indefinições econômicas e margens apertadas, o produtor precisa de cautela, mas não pode negligenciar o seu solo. Barretto fez um alerta importante sobre o cenário futuro para quem pensa em cortar os fertilizantes: “A gente tem uma situação que não estará resolvida até o ano que vem. Então o produtor não pode pensar em não adubar com nada, achando que no ano que vem esse problema vai estar resolvido, porque não estará”.
Visite a Itafos
A Itafos convida todos os produtores a visitarem a sua fábrica e conferirem os processos de ponta que garantem a qualidade de seus insumos. A empresa também disponibiliza seu escritório comercial, localizado na Avenida Salvador, número 386, no centro de Luís Eduardo Magalhães, onde conta com uma equipe de agrônomos pronta para auxiliar o planejamento da sua fazenda.
Como enfatizado ao final do bate-papo, se o que você busca é rendimento, viabilidade e segurança no seu fosfatado, a resposta é a Itafos. Procure hoje mesmo a equipe comercial e descubra como otimizar seus resultados de forma inteligente.



