Dianópolis vem consolidando sua participação na agricultura do Tocantins. A produção de soja e milho, duas culturas que demandam manejo constante da fertilidade do solo, movimenta uma área significativa e reforça a importância do município no desenvolvimento agrícola do sudeste do estado.
Para o produtor, a escolha do fertilizante fosfatado não depende apenas da concentração de nutrientes ou do preço informado na negociação. O custo do frete, a distância percorrida pelo produto, a disponibilidade de fósforo e as características da fonte utilizada também entram nessa conta.
Nesse cenário, a localização da Itafos Fertilizantes, em Arraias, cria uma alternativa de fornecimento próxima ao mercado de Dianópolis. A distância rodoviária entre os dois municípios é de aproximadamente 250 quilômetros, o que coloca a operação da empresa dentro de uma faixa logística diferente daquela enfrentada por fertilizantes que chegam ao Brasil pelos portos e precisam percorrer longos trajetos até o interior do Tocantins.
Os dados da Produção Agrícola Municipal do IBGE mostram a dimensão da agricultura de Dianópolis. O município produziu 62.269 toneladas de soja e 56.907 toneladas de milho, totalizando 119.176 toneladas das duas culturas.
O valor da produção também demonstra o peso econômico da atividade. A soja movimentou R$ 112,1 milhões, enquanto a produção de milho alcançou R$ 50,3 milhões. Somadas, as duas culturas representaram mais de R$ 162 milhões em valor de produção.
A expansão da agricultura no Tocantins ocorre dentro de um contexto maior, ligado ao desenvolvimento do Matopiba. Dianópolis faz parte de uma região em que novas áreas agrícolas e o crescimento das lavouras de grãos aumentam a necessidade de planejamento em relação à fertilidade do solo.
Além disso, o fertilizante pode sair da fábrica ou do porto com um determinado preço, mas o valor efetivamente pago pelo produtor depende também da logística necessária para que ele chegue à propriedade.
Essa questão é especialmente relevante em regiões do interior do país. Parte dos fertilizantes utilizados pela agricultura brasileira é importada e entra no país pelos portos. Depois do desembarque, o produto ainda precisa ser transportado até centros de distribuição e, posteriormente, até as regiões produtoras.
Para uma fazenda localizada no Tocantins, isso pode representar centenas ou até milhares de quilômetros adicionais percorridos por rodovia.
Fósforo para a região
A produção de soja e milho depende de uma estratégia adequada de nutrição das plantas. O fósforo é um dos nutrientes fundamentais nesse processo e sua aplicação deve levar em conta as características do solo, a cultura, o histórico da área e os objetivos do produtor.
Por isso, a decisão não deve ser tomada apenas com base no preço por tonelada de fertilizante. É importante avaliar quanto fósforo está sendo fornecido, como ele estará disponível para a planta e qual será o custo do produto entregue na propriedade.
Ter uma unidade produtora localizada no próprio Tocantins amplia as opções de fornecimento para o agricultor e reduz a dependência exclusiva de cadeias logísticas que começam em regiões mais distantes.
I-Active: uma alternativa de fósforo produzida em Arraias
Entre as soluções oferecidas pela Itafos está o I-Active, fertilizante produzido a partir de uma rocha fosfática de origem sedimentar extraída em Arraias.
O produto é uma fonte de fósforo para aplicação direta e apresenta, além do nutriente, cálcio e silício em sua composição. A característica da rocha sedimentar está relacionada à reatividade do material e à disponibilização gradual do fósforo no solo.
Essa alternativa pode ser considerada dentro de estratégias de construção e manutenção da fertilidade, dependendo das características de cada área e da recomendação agronômica.
Outro ponto é que o I-Active não depende do processo de acidulação com enxofre utilizado na fabricação de determinadas fontes tradicionais de fertilizantes fosfatados. Em um mercado sujeito a oscilações internacionais de matérias-primas, diferentes tecnologias de produção ampliam as alternativas disponíveis para o produtor.
Por que a Itafos?
Para o agricultor de Dianópolis, existem pelo menos três fatores que tornam a Itafos uma opção relevante na compra de fertilizante fosfatado.
O primeiro é a proximidade. Arraias está a aproximadamente 250 quilômetros do município, encurtando a distância entre a produção do fertilizante e as propriedades agrícolas da região.
O segundo é a produção no próprio Tocantins. A empresa está inserida no território do Matopiba e próxima a áreas que vêm ampliando sua participação na produção de grãos.
O terceiro é a possibilidade de utilizar diferentes fontes de fósforo, entre elas o I-Active, produzido a partir da rocha sedimentar da própria operação.
Nesse contexto, a logística não é um detalhe. O fertilizante precisa chegar à fazenda, e a distância percorrida faz parte do custo da produção.



